Ideias e Hipóteses

Abaixo alguns dos principais conceitos, hipóteses e teorias do autor de modo sinóptico com suas devidas explanações resumidas. O autor refere-se a elas como ‘hipóteses da ficção’:

Lista de teorias conjuntas originais
Hidrocriptografia quântica: a criptografia quântica embaralha uma mensagem e divide em duas. Mas imagine uma criptografia baseada nas variáveis das dinâmicas de onda e funções de onda, uma criptografia baseada em probabilidades do caos de modo que sem a chave seria virtualmente impossível prever todas as combinações. Uma criptografia de combinações infinitas, baseada no sistema caótico e fluídico da natureza afinal não existe 0,00001% de probabilidade de se encontrar duas digitais iguais comprovando que o melhor código é o da natureza caótica.
 
Teoria Geral do Multiverso: A Teoria postula que nosso universo é o resultado da interseção e cruzamento de outros universos, do Big Bang, a energias e fenômenos sem explicação ainda hoje pela ciência poderiam ter respostas e ser previstos por tal teoria, a exemplo da energia escura. Assim como o caos o qual a variável excedente ressoa em outro universo como ‘ecos’ de modo que as 'não ocorrências' neste universo são ocorrências em algum nível percentual noutros universos. Assim poderia se fomentar um modelo de que há padrões perfeitamente compreensíveis no caos e sua aparente randômica.
 
Tempo Ressoante ondular: A Teoria é um pilar dos demais livros, inclusive os de ficção, e postula o princípio de que o tempo não é elástico como proposto por Einstein, mas comporta-se de modo ondular em continuidade. Isso implicaria haver 'ecos ressonantes' do tempo o que preveria alguns padrões de sincronismo mesmo as formas físicas e abriria a possibilidade de que esse 'campo temporal' tornaria possível viagens no tempo.

Teoria do Universo Mental: A teoria do Multiverso propõe que não existem dois universos iguais. Por isso a mente humana tem um pensamento, ideia ou plano, nunca será como imaginado, por mais próximo que seja da realidade exterior, pois a própria mente humana é uma dimensão interior. A teoria proposta no livro 'Neuroversos' e seguida similarmente em 'Todas Formas de Sonhar', um complemento a proposta de outro livro anterior, de que o próprio universo externo que vivemos faz parte da mente do próprio Deus, ou melhor, há universos dentro de universos.
 
Teoria da Ramificação do Ethos: Parte da premissa que toda forma de vida é regida por um 'Ethos' o qual se ramifica de acordo com a espécie e sua evolução. No caso do ser humano sendo o mais progressivo ao alcançar patamares em que o “Ethos primário”, isto é, instintivo, é suplantado pelo Ethos social da civilização. Esse Ethos sobretudo implicaria a demonstrar não somente o surgimento e evolução da língua como conhecida, mas de seus padrões e como meio de que as ideias - que transformam realidades - são capazes de igualmente de alterar esse Ethos.
 
Antropatia: A premissa antropológica e sociológica parte da ideia de deficiências no Ethos que involui endemicamente - ou generalizadamente - o ethos ao instintivo mítico de modo que a exemplo de guerras civis, massacres, e violência generalizada são sua culminância limite pela total decadência dos valores inerentes a humanidade, numa inflamação do ‘Ethos’.
 
As teorias derivadas disto abrange as seguintes sessões:
 
Evolucionismo bioquântico: Propõe que uma espécie de campo a nível quântico poderia extrapolar a causalidade e linearidade temporal tornando a formação e desenvolvimento da vida auto orientada à padrões que denotam uma inteligência, algo que aproxima-se do Design Inteligente.
 
Ancora do Destino: Imagine se diante do caos houvesse um modo de induzir determinado tipo de comportamento e evento a um fim previsto. Coloque isso em contraponto com uma corda o qual de um ponto a outro quando esticada ela vibra, criando ressonâncias de variáveis, a premissa assim consiste na ideia de um ponto fixo no futuro amarrado ao presente declinaria todos eventos consequentes em suas variações ao seu fim, isto é, o ponto fixo no futuro. A teoria postula que assim o universo tem não somente um começo como um fim já existente numa outra extremidade do tempo, um evento o qual declina todos os eventos em sua direção e é responsável pela seta do tempo ter sua direção não perdendo a intensidade tornando possível assim a linearidade.
 
Matéria Espelhada: Uma das teorias mais antigas que propõe a hipótese de uma espécie de matéria que não somente reflete como amplifica, de alguma forma, a luz recebida num ponto distante do espaço. Uma vez compreendendo que vemos o passado de anos luz ao olharmos para o céu, contemplar tal matéria diante de nós implicaria ver o nosso próprio passado!
 
Exponenciação dimensional de micro ao macro (singularidades): A hipótese parte da crença de que nas singularidades mais intensas as diferenças da física quântica e da física macro (relatividade) se dissipam de modo que isso aconteceria pelo fato de uma 'película' separasse nosso universo de outro e que a medida que ela se estreita, torna-se tais leis mais próximas pela singularidade dos limites universais.
 
Multirecionalidade temporal e a seta do tempo: A premissa do horizonte de realidades é colocado para ilustrar tal hipótese, estamos num horizonte o qual apenas vemos uma direção de acontecimentos (seta do Tempo) de modo que variáveis de tal 'seta' não seriam visíveis por estar fora desse horizonte, ou seja, em mundo paralelos. Teoria que se encaixa com a teoria do caos multiversal.
 
Sistema não paramentral: A ideia do sistema não paramentral é conceito filosófico que fora criado para tentar compreender o infinito e fenômenos de singularidade que são as fronteiras de outras dimensões. Compreende que a mente humana essencialmente apenas raciocina a partir de parâmetros estabelecidos anteriormente, elementos análogos ao anteriormente conhecido de modo que dificulta a compreensão de fenômenos singulares e infinitos. A proposta então é criar um modo diferente de compreender o infinito, de modo individual e igualmente singular.
 
Cronotons: Conceito do livro 'Os Infinitos Tons da Eternidade' postula uma partícula o qual a concepção é igualmente de onda, mas que cria um campo temporal de ondulação. Aparentemente sem massa ela seria responsável pelas flutuações no tempo previsto pela Relatividade de Einstein. Algo que também pode ser responsável pelo ondular temporal seria os neutrinos, mas creio que não possuem massa o bastante para isso.
As curvaturas no espaço-tempo na realidade são diferenciadas densidades espaço-temporais que apresentam diferentes composições de compactação de espaço e tempo. Normalmente a massa de corpos pesados criam tais densidades ou como conhecido curvas no espaço-tempo mas determinadas densidades são capazes de produzir alguns tipos de partículas próprias, como os grávitons e os cronotons e maior ou menor intensidade. Tais densidades são determinantes do tipo de onda que elas provocam. Não somente a vibração atesta tais ondas, mas a densidade assim como de alguns materiais como do espaço e tempo.

Paradoxo do passageiro e do motorista: O paradoxo filosófico serve para ilustrar tipos de verdades perceptivas a verdades absolutas, neste caso a de um motorista aos olhos do passageiro passa com seu ônibus após este retirar-se do mesmo, assim como para os olhos do motorista é o passageiro quem passa. Os dois estão certos, mas sob uma óptica própria de modo que a verdade absoluta deve ser fora da percepção do ego de medida do externo sob a medida de si mesmo (o homem como a medida de tudo) sendo compreensivo a ideia do sistema não paramentral.

 

Psicosofia: Conhecimento por via sentimental, forma de saber não limitado ao sensorial mas baseado na empatia de modo a acreditar que os sentimentos são lentes para a interpretação do mundo que deu origem a cultura e mesmo o Ethos que pode evoluir ou se deformar.

 

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