A linhagem Seth e o Megalítico do Tempo

Os Setianos são grandes eruditos, homens de ideias e argumentos, pesquisadores aprofundados de todos os seguimentos a que se propõe, mesmo a língua falada demonstra a origem etimológica das demais por crerem que os verdadeiros significados tanto morais quanto filosóficos estão presentes no tronco do latim ainda que comumente usem o mandarim e hebraico como fontes de pesquisas culturais. Na realidade creem que são os sentimentos a verdadeira linguagem universal de seres conscientes (o que não se dá a psicopatia), pois o que se sente representa a verdade que pode ser distorcida pela linguagem nunca representando precisamente o que se quer dizer. Justamente os sentimentos acreditam levar a uma compreensão mais ampla do universo desde que sejam subtraídos as emoções negativas que são essencialmente materialistas como a ganância, raiva, luxuria e etc.

Tal relação com a língua quer sentimental ou não são as bases do seu filoversismo que se propõe um poder pré-existente como o verbo do qual se atem a plena compreensão do infinito inclusive pelo sentimentos.

Por abominarem a violência e toda distorção da verdade são rigorosos na criação por acreditarem que essencialmente a violência é a expressão do que é mal.

A suposta linhagem de Seth descrita em diversos trechos da Bíblia são de fatos verdades, mesmo que tenham se perdido nas névoas de nosso cronologia falha, e que por tão desejada e assim invejada a destrui-la acabou-se perdendo sua genealogia, mas que por tal perseguição acredito ter função e propósito. O nome Sete significa do hebraico designado, e originalmente no livro sagrado é tido como um filho que nasceu após a morte de Abel (Gênesis 5.3), porém mencionado muito pouco se não referido na enciclopédia bíblica como "raça desconhecida" citada em Número 24.17, os filhos de Sete, provavelmente os descendentes do mesmo. Mas sendo hoje esta existente ou não, o que aqui relato não seria menos mentira que supor uma linhagem de Jesus onde não há qualquer referência bíblica ou histórica razoável, mesmo que conceitos do Santo Graal não tenham sido discutidos tal como da linhagem Merovigions se não apenas ficando como sugestão e aparentemente até mesmo a bíblia negar como em Atos 13.6. Mas particularmente apenas aceito como fato religioso o que é descrito conforme o livro sagrado, mesmo que valendo-se lembrar até mesmo um dos conceitos originais deste colocava tal como sendo na realidade uma pedra tal como nos contos do Rei Arthur, o que poderia ser não mais que uma torção.

Sobretudo conceitos sobre a linhagem de Seth até hoje são discutidos onde num livro chamado 'Antiguidades Judaicas' (Flavio Josefo) teriam criado dois pilares chamado por 'pilares de sete' onde estariam registradas descobertas científicas, invenções principalmente no campo da astronomia, baseado nas supostas previsões de Adão sobre o dilúvio como forma de assegurar a perpetuação destes conhecimentos. Segundo um apócrifo gnóstico chamado "A Revelação de Adão" descoberto em 1945 no Egito (Nag-Hammadi), Adão é descrito como pai de Seth responsável por passar todo conhecimento secreto a ele: "Estas são as revelações que Adão desvelou ao seu filho Seth; e o seu filho ensinou a seus descendentes. Este é o conhecimento secreto que Adão entregou a Seth; é o santo de batismo daqueles que adquirem o conhecimento eterno..."

Até mesmo existe um antigo movimento gnóstico chamado Setianismo (no inglês, Sethianism) dedicado à devoção a Sete que segundo estes teriam sido escolhidos por Deus a criar a sociedade humana perfeita. Este movimento seria anterior ao próprio cristianismo sendo judaica mesmo que com ligações ao platonismo o que porém, se perdeu pelo tempo. Assim o contexto mostrado no conto 'Anibal Ad Portas' em que relata o encontro de Balaão com os Seth na redescoberta dos pilares de Sete são apenas especulações fictícias por não terem bases sólidas mesmo que tão pouco se proponha como doutrina ou evangelho, mas que no conto levou Balaão a dizer a praga descrita em Números 24.17. Apesar de jamais haver conhecimento destes supostos pilares, existem não somente um, porém, vários casos de povos ao longo dos tempos com avançado conhecimento em diversos ramos como astronomia ao caso dos Dogons, uma tribo real da África mencionada em 'Eyes Only' onde foram pesquisados para um livro chamado The Sirius Mystery (O Mistério de Sirius) do Robert K. G. Temple, um especialista em sânscrito da Universidade da Pensilvânia.

Fascinantemente colocado sobre a função dos Seth como algo mais do que signo da perfeição, desígnio inabalado, mas constante independente das variações temporais tendo por fundamente a hipótese das sete cartas do Apocalipse – o livro onde tal número é mais citado - vistas sob o aspecto de que tais sejam dirigidas a variações de uma mesma pessoa ou pessoas, Seth. Justamente partindo desta interpretação que surgiu os fundamentos especulativos do Seth em paralelo a da Flor das Mil pétalas. Porém, tal como número que considera-se primo, isto é, divisível somente por ele mesmo e um, talvez como signo de impenetrabilidade somente expressível por sua fragmentação fracional - como 3,5 ou de forma infinita, logo não exata, sendo 2,3333 (...). Um dos números mais mencionados em todo livro sagrado constantemente associado a Deus e sua perfeição resultante, sendo deste modo signo das designações divinas, cujo mesmo com suas variantes é inalterável o seu resultado, e onde podemos ver neste simbolismo o mundo criado em 7 dias, tal como são sete os dias da semana tal como a importância original do sábado, o sétimo dia, assim como referências as sete estrelas, sete taças, sete anjos, um livro de sete selos, e sete trombetas, todas relacionada ao livro de Apocalipse e outros em Gn 4.15; Lv 26.24; Sl 12.6. Já mediante o catolicismo são 7 as virtudes humanas que muitas vezes são jogadas no lixo graças a 7 pecados capitais regidos pelos seus respectivos arquidemônios. Tal número na Bíblia era considerado sagrado onde em quantidade relaciona-se com algo completo, além da própria aplicação (designado) e mesmo castigo a exemplo das sete pragas do Egito e sete caminhos por onde fugiram os adversários em Deuteronônimo 28.25 ou como benção a exemplo das multiplicações, septuplicadamente (Salmos 79.12). A própria primeira versão da bíblia antiga se chamava Septuaginto, ou chamada versão dos 70, ligado aos setenta e dois eruditos.

Nos mares a 7ª onda é sempre a maior e a mais forte onde tal é não por acaso mencionada com nome da ultima parte deste livro, tal como muitas aves têm seus ovos chocados na progressão de 7 dias como 14, 21, 28 dias. Foram 7 os sábios da Grécia, 7 deuses da antiga mitologia chinesa, jogo dos 7 erros, 7 os alicerces do mundo, são 7 os mares, sete os dias da semana, sete os números de algarismos romanos, setes as cores do prisma, sete as notas musicais que compõe qualquer música (dó, ré, mi, fá, sol, lá, si), a Independência do Brasil aconteceu no dia 7. Alias, são sete as Belas-artes humanas talvez a justificar o porque do homem recebe a expressão "pintar o sete", onde nos contos clássicos vemos os 7 anões da Branca de Neve, porém de modo maior são vistas como sete as grandes construções humanas como maravilhas do mundo, de igual modo as sete maravilhas do mundo natural em sete continentes do mundo, mesmo que alguns segredos sejam guardados por Deus a sete chaves, o que trata-se tal livro hipoteticamente. 

No velho mundo, Europa, podemos ainda encontrar em Lisboa, a cidade das sete colinas: Castelo, São Vicente, São Roque, Santo André, Santa Catarina, Chagas e Santa Ana. Repetidas em Roma de igual modo, uma cidade das sete colinas: Quirinal, Viminal, Esquilino, Caelius, Palatino, Aventino e Capitol. Obviamente o fascínio do homem por este número vez de logo período provavelmente herdado em grande parte pelo livro judaíco-cristão que é a Bíblia. Ver mais em ‘Pensadores Cristãos’.

O Megalítico do Tempo, porém, é meramente especulativo e apócrifo mesmo que plausível em sua funcionalidade e construção mediante a grande capitalização de dados que é necessário precisão de dados de época e lugar pertinente as mediações do Éden, de modo que não lida meramente com adivinhação podendo ser uma inspiração a mesma pois as colocações de eventos futuros seriam relacionados com a posição dos astros no céu,  mediante as concepções temporais em quadridimensionalidade, algo que creio representar o suprassumo do conhecimento humano e temporal sobre o universo, este tem um amparo comum dos tempos em que anjos, os ditos filhos de Deus, viviam entre nós antes de se misturarem sendo condenados, a mesma fonte similar a dos preceitos babilônicos, diga-se de passagem. Não obstante, mesmo Josefo relata algo que condiz com a proposta que o restante deste megalítico seriam os pilares de Seth com informações justamente sobre o futuro, de modo que fica-se óbvio que ainda não comprovado tal existência é  bastante coerente com a realidade.

A mitologia Setiana por mim criada é reforçada na ideia de que como viajantes do tempo teriam criados verdadeiros monumentos ao Tempo como o 'Templo selado das emoções' do qual a entrada apenas é possível por buracos de minhocas como proteção a sua tecnologia temporal, assim como outros exemplos dito em en-migrom. Tudo isso era com a intenção de proteger seus conhecimentos de furtivos homens como os bugmans cuja função era deletar estes da existência por não terem respeito a nada no universo.